5 de fev de 2011

Janela azul


Quando a vida parar e te der um sinal, pare com ela e escute.
Ouvi esse sinal e  quis te conhecer, mas tenho que aceitar caberá o tempo o que poderá vir
Tentei te convencer, mas  não vou insistir
Sigo a caminhar para sentir saudade
E ao mesmo tempo continuo perto, muito perto, pelas janelas azuis
Aonde é tão doce de olhar, que talvez nem um adeus possa te apagar
Fico entre as tintas  de palavras e os pinceis de vontade.E  faço um passeio nas minhas melodias e entre as estrelas.Ha as estrelas !!! Como elas me fazem rir
As telas estão em falta em meu ateliê, por isso tens sorte, e eu resolvi escrever.
E a palavra mergulhar, já faz parte do meu vocabulário, a ousadia venceu o medo. 
O medo de uma boca, que sempre esteve na sua, mesmo que teus olhos não possa ver
Os pássaros na minha janela, estão ouvindo minhas palavras, e o sol de verão é testemunha.
Será que eu, eles e você poderemos esquecer, tentando ser como todos os outros.
Sei que posso lhe confundir, quando escreves em forma tão pessoal a mim, e a lunática escritora posta aqui.
Mas no fundo do meu corpo pequenino de mulher, existe uma escritora, com sua maquina velha fazendo barulho com palavras belas.
E todas as duas sente que podemos ir longe, aonde os teus olhos possam me ver
E que o nosso encontro seja brando, e  tão doce de olhar, mas leve que o ar, quando o senhor tempo conceder.

Ps: Sonho meu /  Little secret

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