22 de out de 2010

Ler a minha mão

Tentei escrever, o tempo não deu brecha.
E assim saiu pela fresta
Tentei escrever, mas nada tinha  a  dizer
Com palavras, porque palavras no vento não valem nada
Elas só valem quando levantamos elas, e as fazemos andar.
Tem certas energias que não conseguimos descrever
em textos e poesias
Estas tão conectado  a mim, espero que não me deixes em off  dentro de ti
Meus melhores beijos sempre serão teus
Estou entregue a ponto de ficar para sempre só
Sinto uma extensão divina
Estarás arquivado dentro da alma
Como alguns poemas e cartas  guardados na caixinha de Monet
Que  um dia sairão para brilhar
Ou talvez fique tão amarelados com o tempo
que não poderei mais ler.
Na verdade, meu coração é o único que sabe a verdade, e eu teimosa não me interesso saber agora...Pois minha convicções me dizem que o que tem que ser vigora.E você sabe aonde pode repousar.

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