27 de set de 2010

Diário de uma jovem estudante de 4D

Sempre no início de tudo, faço a limpeza da mesa e do computador,vejo tudo que não me serve mais coloco no lixo.
Meu processo criativo ainda soa como um mistério para mim.
Minhas inspirações são diversas desde a lata do lixo, com enormes cavernas labirínticas,a musica e a minha maior inpiração.Ela me traz amor, trancede paz, alegria emoções infinitas.
Não faço nem o que eu quero , muito menos o que os outros esperam.
A arquitetura é algo que invade meus pensamentos, como um  sopro em meu ouvido.
Mas também as vezes  olho para a folha em branco e me vem uma ansiedade de desenhar, mas o que?

Como? Está dentro de mim, mas tarda a sair.

Apenas vou num caminho a seguir, e  deixando essa arte de criar planos, falar por mim.
Após essa meticulosa limpeza, sigo para o pensamento, do pensamento, passo para o pensamento, depois sigo.
Vejo possibilidades infinitas que transcendem de um traço.
Faço anotações  que não vão me servi para nada.
Uns trinta modelos volumétricos que talvez não me levem a nada.
Umas cinco idas ao mestre que me reprova apenas com seu olhar.
Mas no fim vejo que tudo que não me serviu para nada, me levou a um destino, transcendental de chegar num volume através de quatro dimensões, no qual eu nem esperava.
As vezes tudo que não te leva a nada, pode te levar a algum lugar.

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